Fiscalização identifica festas carnavalescas e aglomerações no Piauí
Um dos principais receios das autoridades é que, assim como aconteceu após as festividades de fim de ano, os índices da Covid-19 voltem a apresentar crescimento depois do CarnavalNo último sábado (26/02), mesmo com a proibição quanto à realização de qualquer tipo de festas e eventos de Carnaval no Piauí, diversas situações de infrações foram presenciadas em diversos municípios.
Apesar de não apresentar números, a Diretoria Estadual de Vigilância Sanitária (Divisa) confirmou as ocorrências.
“Estão sendo identificadas algumas situações de eventos e festas, o que já esperávamos mesmo. Em relação à desobediência, isso sempre acontece [...] tem ocorrido festas e aglomerações, inclusive situações em que nem podemos adentrar, que são ambientes familiares. Só podemos agir em estabelecimentos comerciais”, explica Tatiana Chaves, diretora do órgão estadual.
Já prevendo esse cenário e sem equipes suficientes para atender a demanda de ações, a Divisa pontuou que tem realizado o acompanhamento e orientação das Vigilâncias Sanitárias Municipais (Visas) em relação às autuações e demais procedimentos. A previsão é que até terça-feira (01/03) seja divulgado o balanço preliminar das fiscalizações realizadas nesses dias.
Em Teresina, por exemplo, as ações acontecem em parceria entre a Vigilância Sanitária Municipal e a Polícia Militar desde a sexta-feira (25), atendendo denúncias e realizando blitz em bares, restaurantes, trailers, lanchonetes e estabelecimentos similares, bem como lojas de conveniência e depósitos de bebidas, que estejam infringindo as recomendações de funcionamento neste período.
Um dos principais receios das autoridades é que, assim como aconteceu após as festividades de fim de ano, os índices da Covid-19, que no momento apresentam sinais de queda em relação ao começo do mês, voltem a apresentar crescimento depois do Carnaval.
“Hoje temos um percentual de cobertura de vacina que nos dá uma maior segurança, porque já temos 80% na primeira dose, 76% segunda dose e muita gente com a dose de reforço. Mas isso não impede que a transmissão aconteça, até porque a transmissão da omicron é bem maior que das variantes que tinham circulado até então”, alertou Tatiana Chaves.
Fonte: JTNEWS
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