Vice-prefeito de Teresina também deve explicações sobre rombo nas contas públicas, afirma Joaquim do Arroz
Teresina precisa saber quem são os culpados por essa crise financeira afeta diretamente os serviços básicos oferecidos à população, como saúde, educação, infraestrutura e mobilidade urbana.A revelação de um rombo nas contas públicas da Prefeitura de Teresina, feita recentemente pelo atual prefeito, gerou grande repercussão e preocupação entre os moradores da capital. Em meio ao cenário de incerteza e indignação popular, lideranças políticas começaram a se manifestar, exigindo transparência e responsabilização dos gestores envolvidos.
Um dos que se posicionaram de forma crítica foi o vereador Joaquim do Arroz. Em discurso firme, ele cobrou esclarecimentos não apenas do ex-prefeito Dr. Pessoa, mas também do vice-prefeito Jeová Alencar, que ocupou posição de destaque na gestão anterior e atualmente é secretário de Governo da Prefeitura, sob a administração de Silvio Mendes.
"Jeová Alencar fez parte do MDB e fez parte da gestão do Dr. Pessoa. Então é o vice-prefeito da cidade. E hoje eu vim fazer a defesa da instituição MDB. Todo mundo aqui acompanhou a gestão do Dr. Pessoa", afirmou Joaquim do Arroz.
A declaração lança luz sobre a atuação de Jeová Alencar ao longo dos últimos anos e questiona o silêncio de figuras que participaram diretamente da administração que, segundo denúncias, deixou um rombo financeiro nas contas da cidade. Joaquim defende que a responsabilidade sobre a situação enfrentada por Teresina não pode ser atribuída a um único nome, e sim a um conjunto de gestores e aliados políticos que fizeram parte da tomada de decisões.
Para ele, não se trata apenas de apontar culpados, mas de garantir que a população tenha acesso a informações reais e detalhadas sobre o que aconteceu com o dinheiro público. Teresina precisa saber quem são os culpados por essa crise financeira afeta diretamente os serviços básicos oferecidos à população, como saúde, educação, infraestrutura e mobilidade urbana.
A expectativa é que os órgãos de controle e fiscalização aprofundem as investigações, e que haja responsabilização efetiva dos envolvidos, independentemente de suas alianças políticas ou atuais cargos públicos.
Fonte: JTNEWS
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