Teresina chega aos 140 óbitos por COVID-19
Desde o início da pandemia, 3.457 pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus no municípioA capital piauiense contabiliza agora 140 óbitos causados pela COVID-19. As informações são do Painel epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), que registrou, nessa segunda-feira (08), cinco novas mortes pela doença, além de 148 casos confirmados nas últimas 24 horas.

Desde o início da pandemia, 3.457 pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus no município. Entre os óbitos registrados nesta segunda está um homem de 81 anos, portador de doença cardiovascular, morador do bairro Porto Alegre; uma mulher de 92 anos, hipertensa, diabética e portadora de mal de Alzheimer, residente no Centro; um homem hipertenso de 40 anos do Parque Piauí, e um homem de 29 anos, sem comorbidades, morador do bairro Mafrense. Entrou ainda um óbito ocorrido no domingo (07), de uma mulher de 81 anos, hipertensa e portadora de doença neuromuscular, residente no bairro Piçarra.
Diante do aumento da curva, a Prefeitura de Teresina tem ampliado a rede de saúde para o atendimento de síndromes gripais: agora são 21 Unidades Básicas de Saúde (UBS) que dão assistência exclusiva a casos de síndrome gripal leves. “Acrescentamos a UBS Redonda, zona sudeste, e a UBS São Pedro, zona sul, e há previsão de abrirmos mais nove, totalizando 30 UBS, porque temos acompanhado o crescimento do número de atendimentos”, informa Kledson Batista, diretor de Atenção Básica da FMS.
Além disso, a testagem para COVID-19 está sendo ampliada para os profissionais do transporte. Desde a semana passada, estão sendo realizadas testagem de taxistas e mototaxistas em dois pontos em shoppings da cidade.
E até o dia 12 de junho, a FMS está promovendo testagem gratuita para caminhoneiros autônomos, motoristas profissionais do transporte rodoviário de cargas e motoristas e cobradores do transporte coletivo rodoviário de passageiros. Elas estão acontecendo no SEST SENAT, que é parceira na ação.
“Precisamos ter consciência que o isolamento social é uma das poucas armas que nós temos. Nós precisamos ficar o máximo possível em casa, saindo apenas o estritamente necessário, lavar muito bem as mãos com água e sabão e tomar todas as medidas de precaução”, orienta a enfermeira Wesllany Santana, do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE) da FMS.
Fonte: PMT
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