APIDI realiza desfile de mães e filhos com deficiências em Teresina (PI)
Evento foi organizado pela Associação Piauiense de Direitos Iguais (Apidi) e contou também com apresentações musicais
O evento foi organizado pela Associação Piauiense de Direitos Iguais (Apidi) (Foto: Arquivo Pessoal/Gilmara Costa)
5º edição do projeto "Mães Especiais 2022" (Foto: Arquivo Pessoal/Gilmara Costa)
5º edição do projeto "Mães Especiais 2022" com desfile de mães e filhos com todos os tipos de deficiências (Foto: Arquivo Pessoal/Gilmara Costa)
Projeto "Mães Especiais 2022" realizado pela Associação Piauiense de Direitos Iguais (Apidi) (Foto: Arquivo Pessoal/Gilmara Costa)
5º edição do projeto "Mães Especiais 2022" (Foto: Arquivo Pessoal/Gilmara Costa)
Na noite dessa quinta-feira (26/05), foi realizado a 5º edição do projeto "Mães Especiais 2022" com desfile de mães e filhos com todos os tipos de deficiências, organizado pela Associação Piauiense de Direitos Iguais (Apidi) e Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (CONADE-PI) no Teresina Shopping na zona Leste da capital. O desfile contou com apresentações musicais e cerca de 20 mães e seus respectivos filhos desfilaram no evento alusivo ao mês das mães.
Ao JTNEWS a presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (CONADE-PI) e presidente da Associação Piauiense pelos Direitos Iguais (APIDI), Gilmara Costa, destacou que associação já desenvolve outras atrações direcionada a causa de pessoas com deficiência como o projeto "Comunidade Consciente" voltado para os direitos das pessoas com deficiência.
O "Comunidade Consciente", é um projeto voluntário, com profissionais capacitados, com o intuito de fazer o bem e aborda temas voltados para direitos, INSS, BPC, LOAS e os direitos às pessoas com deficiência, idosos.
Gilmara destaca que a proposta do projeto é homenagear todas as mães especiais, com um incentivo para que possam lutar pelos direitos de seus filhos com deficiências fazendo com que elas se sintam capazes e fortalecidas e que busquem seus espaços, não só como mães, mas também como mulheres guerreiras.
"Buscamos com o projeto, a melhoria não só da pessoa com deficiência, mas trabalhar a situação como um todo, ou seja, trabalhar o alicerce da família da pessoa com deficiência, a valorização não somente da pessoa com deficiência, como também do cuidador familiar. Se pararmos para observar, esses cuidadores vêm batalhando desde o nascer daquela pessoa, na qual são cidadãos onde enquanto entidade e mães de pessoas com deficiência que somos, temos o olhar de sensibilidade à causa na qual defendemos por ser uterina", pontuou.
Fonte: JTNEWS
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